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Criptomoedas em plena ascensão no Brasil

Criptomoedas em plena ascensão no Brasil

Nos dias de hoje, poucos são os brasileiros que nunca ouviram falar no Bitcoin, ou em outra  criptomoeda. Daqui a pouco poderemos até dizer que muito serão os brasileiros investidores à apostar nas criptomoedas. É o que um recente estudo da consultoria Gripa nos mostra, publicado recentemente na coluna de investimentos do jornal Estadão:

“O estudo ouviu 500 internautas brasileiros, entre homens e mulheres das classes A e B, com mais de 18 anos, de todas as regiões do Brasil. (...)A pesquisa mostra que 96% dos entrevistados já ouviram falar em criptomoedas e que 41% deste grupo já investiu em ativos digitais.

Não é por acaso que escutamos e lemos um número cada vez maior de notícias relacionada à compra de criptomoedas. A título de exemplo, a revista Istoé publicou uma matéria com a história de Glauber Contessoto, um brasileiro de 33 anos que ficou milionário depois de investir 250 mil dólares na dogecoin. Outro caso que surgiu nas mídias é o do Youtuber Mateus Rapini, que gastou 15 mil em todas as criptomoedas listadas na corretora estrangeira Binance. O seu objetivo era demonstrar o funcionamento das compras aos seguidores do seu canal no YouTube.

Estes dois exemplos isolados, além da pesquisa da Gripa, nos indicam que as criptomoedas estão em linha ascendente no Brasil. Essa tendência de alta tem os seus motivos: de um lado, os investidores brasileiros estão tendo cada vez mais opções e facilidades para investir, e de outro lado, o bitcoin parece ser o investimento mais indicado estes últimos meses no Brasil.

Do lado das novidades, novos fundos de ETFs estão surgindo na bolsa de valores, como “o primeiro ETF que replica o preço do ethereum seguindo o índice CME CF Ether Reference Rate” como explica o blog “Eu quero investir”. Além da novidade na bolsa, a queda da Selic fez o investimento em renda fixa perder o seu interesse nestes últimos meses. Mais uma razão para os investidores buscarem opções mais arriscadas no mercado.

O que se constata é que o brasileiro investidor está marcando presença no mercado das criptomoedas. O Mercado Bitcoin, a maior bolsa nacional de criptomoedas, cresceu vertiginosamente no início de 2021, assim como a Binance “negociou 8.794,9 bitcoins, o equivalente a R$ 2 bilhões, apenas no mês de abril”, segundo matéria da CNN.

Dado o contexto generalizado - de novidades na bolsa e de queda da Selic - , o Bitcoin seria a melhor opção de investimento deste semestre no pais, apesar da queda que ele sofreu em cenário internacional.  Ainda segundo o blog “Eu quero investir”,

“No Brasil, mesmo com queda de 41% no segundo trimestre, o bitcoin foi apontado como o melhor investimento no País no semestre. A criptomoeda foi o único ativo a superar o Índice Geral de Preços ao Mercado (IGP-M), que subiu 15% no primeiro semestre. Na análise da Comscore, os investimentos digitais a partir do panorama da América Latina revelam que a maioria dos países da região apresentou tendências ascendentes na subcategoria de investimentos em relação a alcance.”

Não são apenas as mídias sociais que hoje em dia dão muito espaço às criptomoedas. São os próprios investidores que estão reconhecendo o valor de peso deste novo mercado digital. As criptomoedas estão de pouco em pouco dominando o cenário do investimento, não só no Brasil, mas em toda a América Latina.

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Última Atualização em 23/08/21

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